Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Cruz, Murilo Henrique |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/23/23160/tde-27082021-151032/
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Resumo: |
Pacientes com boa relação de bases ósseas, e apinhamento dentário de leve a moderado, têm como opção de tratamento a expansão dentoalveolar. O objetivo desse estudo foi avaliar as alterações na expansão transversal das arcadas dentárias geradas por um sistema auto-ligado passivo, respeitando a sequência de tratamento proposta por Damon, utilizando três protocolos diferentes de tempo de manutenção de arcos, de modo a relacionar se a sua troca antecipada teria algum efeito benéfico no efeito expansivo. Para isso, tomando como base o protocolo de troca de arcos após 12 semanas, foram utilizados também dois protocolos alternativos (trocas em 4 e 8 semanas) A amostra para esse estudo foi de 27 pacientes divididos em 3 grupos iguais. Foi realizado o escaneamento intra-oral de ambas as arcadas dos pacientes da amostra ao início do tratamento e ao final do período de manutenção do último arco de Níquel-Titânio-Cobre (0,018\'\' x 0,025\'\'), e posteriormente, foram mensuradas em todos os modelos digitais, medidas lineares entre caninos, primeiros pré-molares, segundos pré-molares e primeiros molares através de um software especializado. Os índices de expansão obtidos foram respectivamente de 3.2917 (±0.8286) para o Grupo 12S, 2.9817 (±1.7063) para o Grupo 8S, e 1.2483 (±1.4309) para o Grupo 4S na arcada superior. Na arcada inferior, foram de 4.105 (±1.2026) para o Grupo 12S, 3.4606 (±1.4611) para o Grupo 8S, e 1.6100 (±1.3532) para o Grupo 4S. Concluiu-se que o protocolo de troca de arcos a cada 8 semanas parece ser o mais adequado, gerando uma quantidade de forças adequadas, permitindo o trabalho dos arcos, e não submetendo o paciente a um maior tempo de tratamento. |