Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Queiroz, Louise Günter de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11150/tde-10012025-103110/
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Resumo: |
As áreas naturais sempre proveram benefícios para os seres humanos, de forma direta e indireta. Algumas populações utilizaram e utilizam de forma mais rotineira esses benefícios. Uma das formas de uso pela sociedade atual é a busca por contato com a natureza por meio da visitação em áreas naturais. A fim de contribuir para o alcance dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, mais especificamente o ODS 3 e ODS 15, essa pesquisa foi aplicada em três parques do Estado de São Paulo ao longo do ano de 2023, o Parque Rua do Porto - Piracicaba, o Parque das Neblinas - Mogi das Cruzes/Bertioga e o Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (PETAR) - Apiaí/Iporanga/Guapiara. Por meio da aplicação de questionários (n=449), procurou-se compreender quais as motivações relacionadas ao bem-estar para as pessoas visitarem tais áreas, assim como verificar quais os maiores benefícios autopercebidos relacionados ao bem-estar após a visita aos parques. A pesquisa também identificou o perfil do visitante e qual o grau de concordância em afirmações positivas sobre a relação entre saúde e bem-estar. A partir da reaplicação da metodologia proposta por Lemieux et al. (2012, 2015), verificou-se que as motivações de bem-estar dos visitantes de áreas verdes urbanas podem ser diferentes das motivações de bem-estar dos visitantes de áreas verdes remotas. Os aspectos de bem-estar ecológico e bem-estar cultural indicaram diferenças significativas como motivação em comparação com os outros aspectos de bem-estar, principalmente para os visitantes do PETAR. A frequência de visitação em áreas verdes influencia no efeito de bem-estar a depender dos hábitos pessoais de visitação dos entrevistados, os efeitos de bem-estar percebidos dos visitantes do Parque da Rua do Porto foram correlacionados positivamente com a frequência de visitação em áreas verdes urbanas, para os visitantes do Parque das Neblinas, houve correlação postiva com a frequência de visitação e em áreas verdes remotas, mas para os visitantes do PETAR, não houve correlações significativas. A metodologia também revelou inconsistências que devem ser levadas em consideração ao aplicá- la em novos estudos. |