Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2009 |
Autor(a) principal: |
Zabala, Filipe Jaeger |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://www.teses.usp.br/teses/disponiveis/45/45133/tde-01032021-140004/
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Resumo: |
Neste trabalho faz-se uma comparação entre as inferências bayesiana e frequentista para a estimação de proporções em um processo eleitoral brasileiro. Foi feito um contraponto entre as probabilidades a posteriori bayesianas e os intervalos/regiões de confiança frequentistas. Mostrou-se que os intervalos de confiança apresentados pelos institutos de pesquisa brasileiros não possuem a confiança que afirmam ter, levando o autor a desenvolver uma metodologia alternativa, denominada neste trabalho como \"frequentista correta\". De posse das abordagens bayesiana, frequentista correta e dos institutos, encontrou-se um teorema -- em um cenário com dois candidatos -- que relaciona intervalos de confiança frequentistas com probabilidades a posteriori bayesianas. Para três candidatos são apresentados exemplos que contradizem a noção de empate técnico definida pelos institutos, largamente veiculada nos meios de comunicação. |