Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
1995 |
Autor(a) principal: |
Barioni Júnior, Waldomiro |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Biblioteca Digitais de Teses e Dissertações da USP
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://teses.usp.br/teses/disponiveis/11/11134/tde-20191108-114644/
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Resumo: |
Na suinocultura intensiva brasileira, as doenças são consideradas como as grandes responsáveis pela baixa performance e perda de animais. Estudos ecopatológicos iniciados em 1988 por pesquisadores do Centro Nacional de Pesquisa de Suínos e Aves-Emprapa-SC., evidenciaram uma elevada prevalência de diarréia e uma acentuada morbidade em leitões lactentes. Reconhecendo a etiologia multifatorial desta síndrome, procurou-se adaptar no presente trabalho a metodologia desenvolvida na França para a identificação dos fatores de risco para esta patologia. Os dados foram coletados mediante a aplicação de um questionário em 85 granjas de suínos, selecionadas ao acaso, situadas na região oeste de Santa Catarina e no sudoeste do Paraná. O questionário continua variáveis que caracterizavam o ecossistema de leitões na fase de lactação. Devido ao caráter qualitativo de muitas das informações a análise estatística dos dados foi fundamentada na Análise de Correspondência, técnica específica para dados categorizados, usando o sistema SAS (Statistical Analysis Sistem). A análise identificou 8 fatores de risco mais importantes associados com a diarréia e também os 12 mais importantes que afetam o ganho de peso dos leitões. Esses resultados eram facilmente interpretados na forma de mapas. Os mapas indicaram que: a prática do vazio sanitário acima de 5 dias, a presença do escamoteador com área disponível para os leitões com pelo menos 0,70 m2 e a manutenção dos animais a uma temperatura menor que 28°C são alguns fatores que podem previnir a diarréia na granja e consequentemente melhorar o ganho de peso dos animais. Com base nestes indicadores, poderão implementar-se programas preventivos visando a melhoria da performance e do estado sanitário dos animais reduzindo o uso de medicamentos |