Famílias TEA-neurodiversas em Recife: autismo como fator transformativo do cotidiano

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2021
Autor(a) principal: MONTEIRO, Renata Prohaska Batista
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal Rural de Pernambuco
Departamento de Ciências Domésticas
Brasil
UFRPE
Programa de Pós-Graduação em Consumo, Cotidiano e Desenvolvimento Social
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://www.tede2.ufrpe.br:8080/tede2/handle/tede2/8966
Resumo: O Transtorno do Espectro Autista (TEA) vem sendo estudado desde a década de 1940 como um transtorno do desenvolvimento passível de acometer crianças e, atualmente, mesmo frente a uma grande incerteza científica sobre as causas dessa condição, é definido pela Associação Americana de Psiquiatria como um transtorno do desenvolvimento que produz déficits comunicacionais, cognitivos e comportamentais. A complexidade do transtorno reflete em um impacto importante no cotidiano das famílias que tem um membro diagnosticado com o TEA, viabilizando a experimentação de estigmas, alteração da dinâmica familiar e violência institucional. A coleta de dados incluiu a realização de entrevistas semiestruturadas e observação de eventos voltados às famílias TEA-neurodiversas. A partir daí, a pesquisa buscou compreender o impacto do diagnóstico de TEA no cotidiano das famílias TEA-neurodiversas em Recife e como eles significam desafios diários que envolvem essa vivência. Como resultado foi demonstrado um impacto relevante no cotidiano familiar tendo em vista as alterações provocadas em razão da busca pelo diagnóstico, da intensividade do tratamento prescrito e a violência institucional vivenciada pela experiência familiar em geral.