Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Blumberg, Vanessa dos Santos Pacheco |
Orientador(a): |
Doering, Luisa Rodriguez |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/280420
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Resumo: |
Este trabalho apresenta uma pesquisa de caráter qualitativo a nível de mestrado, no qual analisamos a contribuição do material Tijolos Táteis na aprendizagem de conceitos aritméticos e algébricos de alunos com e sem acuidade visual. Para isso, desenvolvemos o nosso referencial teórico apoiado, principalmente, nas concepções sobre o ensino e aprendizagem de álgebra presentes em Lins e Gimenez (1997) e Usiskin (1995) e na Teoria de Registros de Representações Semióticas de Raymond Duval, a qual também foi utilizada como fundamentação para análises dos dados obtidos. Tais estudos embasaram a elaboração, aplicação e análise de uma sequência de atividades que foram implementadas em uma sala de aula comum do 8º ano do Ensino Fundamental. Na elaboração dessa sequência construímos um material tátil que além de possibilitar representações, tratamentos e conversões, proporciona a interação de estudantes com e sem acuidade visual. A partir da análise dos dados obtidos nesta pesquisa, observamos que os estudantes realizaram diferentes representações semióticas, assim como conversões e tratamentos com o uso dos Tijolos Táteis. Ainda é possível afirmar que o uso do material proporcionou interações significativas entre estudantes com e sem acuidade visual. Assim sendo, concluímos que o material Tijolos Táteis pode contribuir para o desenvolvimento de algumas operações aritméticas e de resolução de equações do primeiro grau com uma incógnita em uma sala de aula inclusiva. |