Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2015 |
Autor(a) principal: |
Hoff, Patrícia Cristine |
Orientador(a): |
Silva, Márcia Ivana de Lima e |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Palavras-chave em Espanhol: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/131778
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Resumo: |
Esse estudo trabalha com as formulações de Umberto Eco sobre a abertura poética e os limites da interpretação, as quais caracterizam um modelo de teorização sobre a plurissignificação/ambiguidade das obras artísticas e o entendimento de que as estratégias semióticas que essas obras veiculam não permitem toda sorte de interpretação, sendo necessário percorrer a intenção da obra e transformar o leitor empírico em estratégia textual (a noção de leitor-modelo). Além disso, o estudo defende que o pensamento econiano, ao privilegiar a atividade de interpretação como sendo uma negociação entre a intenção da obra e a intenção do leitor(-modelo), possa oferecer um tipo de aparato crítico-teórico que contribua, em sentido amplo, para as reflexões acerca do entendimento da figura do leitor em formação projetada em contextos de ensino de literatura. De modo a percorrer esses intentos, dividimos nossa pesquisa em quatro capítulos: o primeiro deles volta-se para a formulação principal sobre o modelo teórico-crítico econiano; o segundo, contém exemplos de experiências interpretativas que almejem uma aplicação do modelo em questão; o terceiro, foca-se na função do leitor no domínio desse modelo, segundo o qual o leitor passa a ser uma estratégia interpretativa; e o quarto capítulo delineia uma noção de autonomia do leitor que caiba nesse mesmo contexto. Outra parte importante do nosso estudo é a das “Considerações iniciais”, em que comentamos sobre as escolhas que orientaram a pesquisa em tela e também sobre as principais limitações filosóficas e teóricas do pensamento econiano visitado. |