Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2024 |
Autor(a) principal: |
Vigil, Lívia Maciel |
Orientador(a): |
Medeiros, Roberto Henrique Amorim de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/282439
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Resumo: |
O discurso capitalista, anunciado por Lacan em 1972 como discurso que não faz laço, produz uma forma de submissão própria da contemporaneidade, inserida na lógica fálica do ter para ser. Nessa lógica, o feminino é rechaçado e, por apontar à falta e à incompletude, colocado na mira da violência. A partir de uma pesquisa de campo junto ao Projeto Gradiva, que oferece atendimento gratuito a mulheres em situação de violência, esta pesquisa visa investigar formas de subversão da lógica fálica no discurso capitalista, através da escuta das mulheres. De natureza qualitativa e exploratória, esta pesquisa consiste na análise das narrativas produzidas em encontros de um grupo de palavra composto por mulheres em situação de violência, registradas a partir do método de crônicas, tendo, como caminho metodológico, o ensaio em psicanálise, que situa o saber fora do lugar de quem pesquisa e permite que se ensaie a própria subjetividade do que se escreve. |