Políticas da morte-acontecimento

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2007
Autor(a) principal: Rosa, Marcele Pereira da
Orientador(a): Silva, Rosane Azevedo Neves da
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/10770
Resumo: Esta dissertação trata do desmedido, do desumano, da afirmação, da criação, da morte. Trata de entender a morte como um acontecimento e este como importante conceito das Filosofias da Diferença, em especial a de Gilles Deleuze. É enquanto acontecimento que a morte passa a agregar o máximo da neutralidade em relação ao já-formado, mas também o máximo da potência capaz de tudo criar, inclusive uma existência passível de superar a forma humana com sua perpétua reprodução do mesmo e da subjugação no presente. Morte como a tarefa desumanizante que está na base da função política da Psicologia. E, assim, trata da morte como mecanismo potencializador de vida e não como sua finalização absoluta e infértil. Morte que povoa uma vida da imanência e dá a ela toda sua virtualidade. Esta dissertação trata do colapso, do simulacro, do tempo aiônico, do querer. Trata do riso.