A cidade vermelha: as construções das memórias do Massacre da Linha do Parque e do movimento operário de Rio Grande/RS

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2022
Autor(a) principal: Angues, Ignacio Fornos
Orientador(a): Speranza, Clarice Gontarski
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/255264
Resumo: A historiografia brasileira desde a década de 1980 tem aberto cada vez mais espaços para uma diversidade de assuntos e novas abordagens teóricas. Sob essa ótica, a temática da memória tem se solidificado entre historiadores e historiadoras por sua possibilidade de diálogos multidisciplinares na pesquisa que abarque uma discussão alargada do significado e percepção da história na sociedade. O presente trabalho tem como objetivo a investigação sobre as estratégias de preservação, construção e modificação da memória coletiva, tendo como objeto de estudo o Massacre da Linha do Parque, evento ocorrido no dia primeiro de maio de 1950 na cidade de Rio Grande, estado do Rio Grande do Sul, Brasil, marcado pelo assassinato de quatro pessoas ligadas ao movimento sindical por forças policiais. O escopo temporal, no entanto, não se limita na década de 1950, e avança para discussões contemporâneas sobre a memória do Massacre da Linha do Parque. Utilizou-se na pesquisa em ampla bibliografia sobre o movimento sindical, política, história local, e discussões teóricas acerca dos de conceitos de memória, classe e identidade. Em relação às fontes empíricas, utilizam-se, entre outras, periódicos, história oral e trabalho etnográfico realizado na cidade de Rio Grande.