Comunicação aumentativa e alternativa para o desenvolvimento da oralidade de pessoas com autismo

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2011
Autor(a) principal: Avila, Bárbara Gorziza
Orientador(a): Passerino, Liliana Maria
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/10183/32307
Resumo: A pesquisa de mestrado relatada ao longo desta dissertação contemplou o desenvolvimento de um sistema de comunicação altenativa em alta tecnologia voltado para a comunicação de crianças com autismo não oralizadas. O processo de construção do Sistema de Comunicação Alternativa para o Letramento de pessoas com Autismo, SCALA, desdobrou-se em três etapas, abrangendo o seu desenvolvimento e avaliação do mesmo com potenciais usuários da ferramenta. Na primeira etapa deste trabalho, foram estabelecidos os resquisitos do sistema, a primeira modelagem do SCALA e suas propostas de interface. Concomitantemente, desenvolveu-se um estudo de caso com uma criança diagnosticada com autismo não oralizada. Nesta etapa, inseriu-se a CAA no cotidiano da criança, iniciando com recursos de baixa tecnologia, e finalmente passando para alta tecnologia, chegando ao uso do sistema SCALA em atividades pedagógicas voltadas para o desenvolvimento da comunicação. As estratégias de CAA desenvolvidas ao longo do estudo, pautadas no uso de recursos de comunicação alternativa e do sistema SCALA, permitiram identificar as potencialidades deste sistema no desenvolvimento da comunicação oral de uma criança com autismo. Na última etapa, verificou-se a usabilidade do sistema SCALA seguindo as heurísticas definidas por Nielsen e adaptadas por Rauber. Para a verificação da usabilidade, foi elencado um conjunto de dez tarefas a serem realizadas com o sistema. As tarefas foram analisadas a partir de dois métodos: inspeção e teste. O método de inspeção foi realizado pela própria autora, enquanto que os testes foram realizados com quatro educadoras especiais que atuavam em salas de recursos com crianças com déficits de oralidade e que utilizavam recursos de CAA.