Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Rocha, Alexandre Fritzen da |
Orientador(a): |
Carvalho, Any Raquel Souza de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Palavras-chave em Inglês: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/70227
|
Resumo: |
Ler à primeira vista ao órgão é considerada uma tarefa complexa, visto que na execução do instrumento é necessário conciliar a leitura de três pentagramas e a utilização de pés e mãos simultaneamente. O objetivo desta pesquisa é investigar as abordagens apresentadas por organistas na tarefa de leitura à primeira vista com dois trechos contrastantes (texturas homofônica e polifônica). Estudos apontam que a diferença de textura pode influenciar o resultado na leitura à primeira vista. Outros objetivos incluem: investigar se aspectos de análise musical são utilizados conscientemente na prática da leitura à primeira vista; observar o desempenho em leitura à primeira vista com sujeitos de diferentes níveis de formação e/ou experiências musicais; identificar os aspectos observados pelos participantes referente à leitura e à autorreflexão do processo. Surgem as seguintes questões de pesquisa: o resultado da leitura à primeira vista ao órgão é mais satisfatório no trecho homofônico ou no polifônico? A autoavaliação após assistir ao vídeo modifica a percepção de sua interpretação? Dez sujeitos de idades e níveis de formação musical distintos, vinculados à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) foram selecionados. Utilizou-se questionário, filmagem das execuções dos dois trechos, duas entrevistas semiestruturadas, mostra dos vídeos das execuções para os participantes e avaliadores externos. Concluímos que a autoavaliação posterior à mostra do vídeo modificou a percepção da execução com a maioria dos participantes, mostrando-se uma ferramenta útil neste processo. Os níveis de formação não foram determinantes na textura homofônica, e a textura contrapontística foi considerada a mais difícil pela maioria. |