Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Berto, Paula Pinheiro |
Orientador(a): |
Friedman, Gilberto,
Lisboa, Thiago Costa |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Palavras-chave em Inglês: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/10183/216975
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Resumo: |
Os avanços na medicina intensiva propiciaram melhorias no cuidado e desfecho dos pacientes críticos. Alguns pacientes sobrevivem à fase inicial da doença crítica, mas mantêm disfunções orgânicas, necessitando de cuidados intensivos prolongados, estado ao qual denominamos de Doença Crítica Crônica (DCC). Apesar de sua descrição inicial datar há mais de 3 décadas, o entendimento da DCC apresenta algumas lacunas principalmente referente a sua fisiopatologia, definição e efeito no prognóstico dos pacientes. A presente dissertação busca ampliar o conhecimento sobre o assunto. A primeira parte revisa a literatura onde procuramos compreender como sua fisiopatologia pode auxiliar no entendimento conceitual da doença e numa definição pragmática. Na segunda parte, apresentamos um estudo original em que analisamos a relação das definições de DCC com o perfil clínico dos pacientes e seu efeito a respeito da sobrevida a longo prazo dos pacientes. |