65 anos entre Cinderelas: proposta didático-metodológica para aulas de produção textual do ensino médio

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Quesada, Rafaela Prinholato lattes
Orientador(a): Vasconcelos, Maria Lúcia Marcondes Carvalho lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/25521
Resumo: Há anos a produção Cinderela tem encantado pessoas do mundo todo. Desde a versão do longa de 1950, os estúdios Disney consolidaram-na como a princesa mais celebrada e representativa dos sonhos femininos infantis e juvenis. No entanto, com as mudanças de paradigmas que existiam sobre a figura feminina e seu papel social, foi necessário produzir uma releitura mais significativa e condizente com o mundo pós-moderno do famoso conto de fadas. O objetivo era atender às novas expectativas do público atual. Trata-se da versão live action de 2015 homônima. É a partir desse contexto que surge esta pesquisa. Almejou-se discutir, junto a turmas da 2a. série do Ensino Médio de uma escola privada, localizada em São Caetano do Sul, questões voltadas para essas mudanças, que se pautam no feminismo, cujo auge se deu a partir da segunda metade do século XX. Dessa forma, inicialmente, foi necessário estudar referenciais teóricos sobre o ensino de Língua Portuguesa desde a chegada dos jesuítas ao Brasil até os dias atuais. Posteriormente, houve uma análise comparativa entre a versão de 1950 e a de 2015. Esse estudo inicial permitiu a elaboração de uma proposta didático-metodológica, descrita ao longo deste estudo, em que se buscava a produção de um trailer sobre a versão de Cinderela que cada educando gostaria de ver. Em função do reconhecimento da realidade dos alunos, toda a proposta foi calcada nas Tecnologias da Informação e da Comunicação (TICs). Como referenciais teóricos foram usados os pensamentos de Alloa (2015), Brasil (2000), Freire (2011, 2012) e Pastoureau (2007). Por fim, refletiu-se sobre a necessidade do docente, preocupado com a real formação dos seus educandos, observar os produtos culturais consumidos pelos discentes a fim de utilizá-los como ferramenta para a discussão de temas transversais da atualidade.