A visão do coordenador pedagógico sobre sua atuação no processo de inclusão de alunos com deficiência

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Aguiar, Lucia Gusson lattes
Orientador(a): D'Antino, Maria Eloisa Famá lattes
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Presbiteriana Mackenzie
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://dspace.mackenzie.br/handle/10899/22562
Resumo: Esta pesquisa teve como objetivo conhecer a visão do coordenador pedagógico do município de Embu das Artes, São Paulo, sobre o processo de inclusão de alunos com deficiência no ensino regular e sobre sua atribuição enquanto orientador do professor nesse processo. Participarem desta pesquisa sete coordenadores pedagógicos, do universo de trinta coordenadores pedagógicos do referido município. A metodologia utilizada foi de caráter qualitativo, e foi aplicado questionário elaborado pela pesquisadora, com questões abertas e fechadas. O universo de participantes, de sexo feminino, encontra-se na faixa etária entre 26 e 56 anos Quando questionadas sobre suas principais atribuições, identificamos dois eixos: o primeiro indicando a importância do aspecto relacional do coordenador com o professor e a comunidade para a consecução de um bom trabalho; o segundo eixo indicando sua contribuição no aspecto didático-pedagógico junto ao professor, aluno e na construção e acompanhamento do projeto político-pedagógico da escola. A segunda questão dirigia-se à compreensão de sua atribuição de orientar o professor no processo de inclusão; seis responderam afirmativamente, embora não se sintam preparados. Um respondeu negativamente, alegando não ser especialista. Nossa consideração é que os seis coordenadores esperam conseguir desempenhar esta atribuição contando com fatores externos aos encontrados no interior da prática escolar, uma vez que se mostram acessíveis para novos conhecimentos. A fala do coordenador que respondeu negativamente demonstra não incorporação de sua atuação no processo de inclusão, talvez por excesso de zelo ou negação do diferente. Evidenciamos, entretanto, ser a escola o local de encontro entre a prática e a teoria para a formação contínua dos professores, coordenadores e demais trabalhadores, na busca da qualidade do atendimento, para efetivação do processo de inclusão de alunos com deficiência no ensino regular.