Migração e permanência de larvas infectantes de Haemonchus confortus em cinco forrageiras tropicais

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Oliveira, Aruaque Lotufo Ferraz de [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/89263
Resumo: O experimento teve como objetivo avaliar a influência do tricoma na migração vertical e permanência de larvas infectantes (L3) de Haemonchus contortus em forrageiras tropicais. Desta forma, foram utilizadas quatro forrageiras que apresentam distribuição distinta de tricomas (Brachiaria brizantha cv. Marandu, Brachiaria brizantha cv. Xaraés, Andropogon gayanus e Stylosanthes spp.) e uma forrageira que não apresenta tricomas (Panicum maximum cv. Tanzânia). Fezes com L3 foram depositadas sobre o solo em contato com a base das forrageiras, inicialmente uniformizadas na altura de resíduo pós-pastejo, indicada para cada forrageira. Amostras dos diferentes estratos da forragem (0-10 cm, 10-20 cm e >20 cm) e as fezes remanescentes, foram colhidas uma, duas, três e quatro semanas após a contaminação das forrageiras, para a quantificação das L3. Na primeira semana, a média de L3 recuperada no capim-andropogon foi inferior às forrageiras xaraés, marandu e Tanzânia. A maior recuperação de L3 ocorreu na 1° semana, com redução progressiva nas semanas subseqüentes. No geral, as larvas foram encontradas em todos os estratos das forrageiras, porém em maior número na base. Não foi possível evidenciar influência do tricoma na migração e permanência das L3 de H. contortus nas forrageiras.