A caixa de Pandora: as deusas e o feminino no cinema

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2006
Autor(a) principal: Canassa, Rosâgela Donizete [UNESP]
Orientador(a): Não Informado pela instituição
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Estadual Paulista (Unesp)
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: http://hdl.handle.net/11449/87014
Resumo: Nesta dissertação de mestrado, que trata da interpretação mítica e psicológica do enredo dos quatro filmes: Caixa de Pandora (1928); Helena de Tória (1955) e Kill-Bill - Vol.1 e 2 (2003), analiso o comportamento das personagens principais e estabeleço uma conexão com as seguintes deusas gregas: Pandora, Afrodite e Deméter, numa leitura junguiana. Por mais racionais que possamos ser, nossos cérebros não resistem ao ímpeto de adotar relatos metafísicos para o entendimento dos mistérios naturais que determinam nossa existência. Os mitos possuem características humanas e, por meio de suas lendas, podemos compreender melhor nossas questões existênciais, na busca de sentido para vida humana. Os temas mitológicos contemplam tanto a sociedade, o coletivo, como a subjetividade humana, o individual, tornando-se universal, com seu poder de nos emocionar e de nos ensinar as verdades profundas da psique humana. Ao associar cinema, psicologia e mitologia, encontro uma nova leitura entre imagem e verbo e que poderá dar novo significado à leitura e a compreensão de um filme.