Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Silva, Mateus Sebastião da |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/242656
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Resumo: |
Transformações intensas ocorreram no final do século XX e no princípio do século XXI, com a aceleração do processo de globalização econômica e cultural, a adoção de políticas neoliberais e as alterações nos sistemas produtivos promoveram rupturas de paradigmas, trouxeram incertezas e aceleraram transições nos mais diversificados âmbitos da sociedade. O campo educacional, inserido neste contexto de transformações, não está imune a todos estes processos. Neste cenário, ganha espaço a possibilidade da implantação da gestão democrática nas unidades escolares. Presente em diversos princípios, artigos e incisos da Constituição Federal, da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional e nas metas do Plano Nacional de Educação e do Plano Estadual da Educação de São Paulo, a gestão democrática possui alguns conceitos essenciais para a sua implementação plena na educação básica pública nacional, como a autonomia, a participação e o controle social. O caminho para que a gestão democrática se efetive ainda é meandroso e desafiador, repleto de inflexões no curso de sua história, necessitando avançar por meio de ações de fortalecimento dos colegiados, de participação da comunidade escolar, na tomada de decisão e na superação de diversos obstáculos que ainda assombram as escolas. Apesar de alguns avanços identificados na rede estadual paulista, os desafios ainda são imensos. |