Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Mazzoni, Marcelo de Marchi [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/191020
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Resumo: |
O presente trabalho tem como objetivo realizar um estudo da perspectiva das seções suíças da Associação Internacional dos Trabalhadores (1864-1877). Pelo fato da historiografia, no estudo da Internacional, centrar-se na ação política de Marx e Engels, quando não de Bakunin, realizamos aqui um trabalho que, na terminologia de Walter Benjamin, chama-se de história à contra-pelo, ou seja, realizamos um estudo pormenorizado que dá ênfase aos vários militantes, à dinâmica da organização em sua rotina e do desenvolvimento da luta desta ala internacionalista que ficou conhecida como "autonomista", "bakuninista", "anti-autoritária" e, por fim, "anarquista". Fizemos um estudo sobre a Suíça e sua modernização, seguido de um estudo dos textos dos militantes das seções suíças, das atas dos Congressos Internacionais e dos trabalhados que versaram sobre o tema. Para além disso, buscaremos desenvolver a hipótese de que a Internacional "autonomista" desapareceu devido um erro teórico imanente à sua concepção: o internacionalismo operário, irrigado com uma concepção proudhoniana e materialista dialética leva a uma concepção cosmopolita que não entende a necessidade de um debate sério sobre a questão nacional. |