Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Bueno, Ana Carolina |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/237255
|
Resumo: |
Flebotomíneos são insetos responsáveis pela transmissão dos agentes etiológicos das leishmanioses e são de difícil controle e monitoramento. A busca por iscas atrativas a fim de auxiliar nas coletas desses vetores, impulsiona estudos relevantes do ponto de vista epidemiológico. A ecologia química contribui com a investigação de novas alternativas de iscas atrativas, pois aborda possíveis substâncias químicas responsáveis pela interação entre organismos. Além da identificação de compostos atrativos, outra necessidade, dentro dessa área, é a forma como esses atrativos são liberados em campo. Em estudos prévios, foi desenvolvido um liberador a partir dos polímeros naturais, goma gelana e pectina para liberação de compostos atrativos para flebotomíneos e, o presente trabalho buscou o aprimoramento desse sistema de liberação. Foram desenvolvidas quatro formulações do sistema de liberação, alterando as proporções da goma gelana e pectina e a concentração do AlCl3: Sistema 1 (1:1 3%), Sistema 2 (1:1 5%), Sistema 3 (4:1 3%) e Sistema 4 (4:1 5%). Nesses sistemas foram acrescentados compostos atrativos para Lutozomyia longpipalpis, hexanol, octenol e nonanol, anteriormente estudados em laboratório. Foi possível identificar o formato que obteve melhor estabilidade na volatilização desses compostos: 21 cm3 – cilíndrico e achatado, além de compreender melhor os processos físicos e químicos envolvidos, como a capacidade de reutilização do material. Observou-se que a cada reuso, a liberação do 1-hexanol se tornou-se mais estável. Foi possível atingir a máxima estabilidade de liberação do 1-hexanol após introduzir as matrizes poliméricas em cápsulas de plástico e, consequentemente, aumentar o tempo de liberação do composto. O Sistema 2, introduzido em cápsula, apresentou ótimos resultados de liberação do 1-hexanol nas condições de umidade natural e elevada e também apresentou eficiência na atratividade de fêmeas de Lu. longipalpis nos testes em túnel de vento. Os resultados obtidos conferem um caráter promissor para a utilização desse sistema de liberação como iscas de captura para o vetor. |