Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2007 |
Autor(a) principal: |
Rotundo, Maurício [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/98868
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Resumo: |
A exposição dérmica de amostradores foi avaliada na reentrada em lavoura de algodão após pulverização com o inseticida deltametrina. Aos 3 minutos após a aplicação quatro pessoas vestiram um conjunto de roupas (calça, camisa e luvas), entrando e permanecendo na área tratada por 30 minutos, simulando uma amostragem de pragas. O procedimento foi repetido aos 60 e 300 minutos e aos 1, 3, e 7 dias após a aplicação. Partes do tecido, correspondentes ao local de contato com várias partes do corpo, foram recortadas e analisadas quanto à quantidade de resíduos presentes. O inseticida foi extraído das roupas com acetato de etila e a determinação quantitativa foi feita por cromatografia gasosa. As exposições foram extrapoladas para uma jornada de trabalho de oito horas. Para classificar a segurança das condições de trabalho foram estimadas a margem de segurança (MS), dose tóxica (%DT/dia), dose tolerável dérmica e o tempo de trabalho seguro. O conjunto correspondente aos antebraços/braços/mãos concentrou 61,27% dos resíduos presentes na roupa. Partes correspondentes ao peitoral, pernas, coxas e costas alcançaram 13,40; 9,33; 9,32; e 6,65% dos resíduos totais encontrados nas roupas, respectivamente. Pela análise dos dados constatou-se que o intervalo de reentrada estabelecido para o produto comercial Decis 25 CE (deltametrina) que é de 24 h está superestimado. |