Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Rotundo, Maurício [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/106140
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Resumo: |
Nas últimas décadas a consciência ecológica despertou a atenção de governos e da sociedade para o problema dos resíduos dos pesticidas nos alimentos e no ambiente, onde os amostradores de pragas agrícolas se enquadram dentro de um grupo de risco. A exposição dérmica de amostradores foi avaliada na reentrada em lavoura de algodoeiro após pulverização de três inseticidas. Aos 3 minutos após a aplicação quatro equipes vestiram um conjunto de vestimentas amostradoras (calça, camisa e luvas), entrando e permanecendo nas áreas tratadas por 30 minutos, simulando uma amostragem de pragas. O procedimento foi repetido aos 60 e 300 minutos e aos 1, 3, e 7 dias após a aplicação. As vestimentas amostradoras contaminadas após as exposições foram seccionadas em campo em 6 regiões distintas mais as luvas, embaladas e levadas ao Laboratório. Os inseticidas foram extraídos das vestimentas amostradoras com acetato de etila e a determinação quantitativa foi realizada por meio de cromatografia gasosa. As exposições dérmicas foram extrapoladas para uma jornada de trabalho de oito horas. Para classificar a segurança das condições de trabalho foram estimadas a margem de segurança (MS) e o tempo de trabalho seguro (TTS). O conjunto correspondente aos antebraços/braços/mãos concentrou 35% dos resíduos presentes nas vestimentas amostradoras. Partes correspondentes ao tronco (frente), coxas, pernas e tronco (atrás) alcançaram 19; 19; 10 e 16% dos resíduos, respectivamente. Constatou-se que o intervalo de reentrada estabelecido para os inseticidas comerciais Thiodan 350 CE (endosulfan) e Tamaron 600 BR (metamidofós) estão subestimados, enquanto que para o Marshal 200 SC (carbosulfan) o mesmo está superestimado, em relação aos intervalos de reentrada estabelecidos na legislação em vigor |