Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Christiano, Ana Priscilla [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/97567
|
Resumo: |
Nosso dia-a-dia de trabalho na rede de atendimento a crianças, adolescentes e suas famílias mostrou que, o psicólogo tem estado cada vez mais presente nas instituições ligadas à área socioassistencial. Donzelot (1986) apresentou que este profissional tem sido chamado para trabalhar em tal área desde o século XIX, quando da organização daquilo que Foucault (2008) chamou de Sociedade Disciplinar. Nestas instituições o psicólogo pôde desenvolver e aplicar o que este autor chamou de tecnologias disciplinares, que são responsáveis por manter o mecanismo do poder disciplinar com seus efeitos de normalização social. Nosso objetivo neste trabalho é analisar as relações entre as tecnologias disciplinares propostas por Foucault (2008) e as práticas psicológicas desenvolvidas nos serviços da rede socioassistencial de atendimento a crianças, adolescentes e suas famílias. Como referencial teórico-metodológico, recorremos aos pressupostos de Foucault (2008) sobre a organização do poder disciplinar e das tecnologias disciplinares e que podem, ainda hoje, estar presentes nas práticas psi analisadas. Também nos auxiliaram autores como Donzelot (1986), Marcílio (2006), Pilotti e Rizzini (2009), que trataram da constituição do campo socioassistencial. Para tanto, realizamos acompanhamentos das atividades cotidianas de psicólogas da rede socioassistencial do município de Londrina, estado do Paraná, observando participativamente atendimentos individuais, em grupos, visitas domiciliares e discussões de casos. Além disso, foram feitas leituras de documentos e registros... |