Detalhes bibliográficos
| Ano de defesa: |
2025 |
| Autor(a) principal: |
Castro, Laurênia de Moraes [UNESP] |
| Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
| Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
| Tipo de documento: |
Dissertação
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| Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
| Idioma: |
por |
| Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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| Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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| Departamento: |
Não Informado pela instituição
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| País: |
Não Informado pela instituição
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| Palavras-chave em Português: |
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| Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11449/311652
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Resumo: |
Este estudo investigou a Educação Ambiental Crítica (EAC) na formação de professores/as, apoiando-se no Materialismo Histórico-Dialético (MHD) como diretriz teórico metodológica. O estudo analisa as percepções ambientais de licenciandos do curso de Ciências Biológicas do campus da UNESP/Bauru/SP, buscando identificar elementos da EAC e do MHD em suas concepções. Para a coleta de dados aplicamos questionários abertos, que foram analisados à luz das categorias do MHD, como trabalho, práxis, contradição, mediação, hegemonia e totalidade. Os resultados revelaram que, embora alguns licenciandos demonstrassem indícios de uma abordagem crítica, a maioria das respostas ainda está ancorada em perspectivas naturalistas ou comportamentalistas, distanciando-se da EAC. Elementos do MHD, como a análise das contradições socioambientais e a ênfase na transformação sistêmica, aparecem de forma superficial, sem uma articulação clara com a crítica ao sistema capitalista. A pesquisa evidenciou lacunas na formação docente, que muitas vezes podem levar a reprodução de visões fragmentadas da Educação Ambiental Crítica, sem problematizar suas raízes políticas, econômicas e sociais. O estudo apontou a necessidade de estratégias pedagógicas que promovam a EAC no ensino superior, visando uma educação comprometida com a sustentabilidade radical e a transformação socioambiental. |