Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Costa, Rodrigo Casarin [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/192882
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Resumo: |
Objetivou-se comparar a eficácia de oito diferentes métodos de proteção à artéria poplítea, fíbula e nervos tibial e fibular após osteotomia da TPLO. Foram utilizados 40 cadáveres (80 joelhos) caninos com massa corpórea de 25,9±3,7Kg, distribuídos igualmente em oito grupos experimentais. No primeiro grupo (G1) utilizou-se a compressa cirúrgica, posicionada na face craniolateral da tíbia proximal. No G2 a compressa foi alocada na face caudolateral da tíbia proximal. No G3, a compressa foi aplicada na face craniolateral, porém sendo tracionada até sua visibilização na face caudal da tíbia. O afastador cirúrgico I e II foram utilizados nos grupos G4/G5 e G7\G8, respectivamente. No G4 e G7, o afastador foi utilizado na craniolateral e no G5 e G8, na face caudolateral. No grupo G6, a osteotomia foi realizada de forma parcial na cortical trans e completada, de forma manual, por aplicação de pressão digital. As avaliações foram realizadas por meio de comparação radiográfica pré e pós osteotomia, assim como por meio de dissecação anatômica de forma cega por 4 avaliadores experientes para classificação das possíveis lesões em 3 graus. Encontrou-se uma incidência total de lesões de 20%, sendo 13,8% das lesões grau 2 e 6,2% de lesões grau 3. Das lesões grau 2, 81,8% e 60% das lesões grau 3 foram identificadas quando se utilizou os métodos de proteção. Apesar da maior incidência de lesão quando se utilizou os métodos de proteção, tal diferença não foi significativa (p>5%). Os métodos de proteção que foram utilizados no sentido cranial para caudal foram os que apresentaram piores resultados e o afastador tipo II no sentido caudal para cranial o que menos prejudicou as estruturas avaliadas, porém tal comportamento também não foi significativo. Pelas condições do estudo, conclui-se que o uso dos métodos de proteção adotados não traz benefícios de proteção à artéria poplítea, fíbula e nervos tibial e fibular durante a TPLO. |