Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Farias, Jaime [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/90165
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Resumo: |
O Estado brasileiro tem enfatizado a importância da participação da sociedade civil no cotidiano escolar. Entretanto, as políticas educacionais tratam a democracia como o exercício possível da cidadania, valorizando ações que pouco interferem na estrutura política educacional. De outro modo, a democracia é percebida como conquista política e como resultado de um processo histórico, capaz de introduzir na educação as condições para a construção de uma sociabilidade livre. A participação, portanto, pode adquirir um caráter subversivo, que se contrapõe à ordem e conduz à emancipação humana. No espaço onde a vida se materializa, as transformações adquirem potencialidade. Nesse sentido, a pesquisa procurou elementos para elucidar uma questão essencial: de que forma os princípios democráticos liberais podem adquirir um conteúdo subversivo no cotidiano escolar, fazendo com que a participação política e a resistência contribuam ao processo de emancipação humana? A investigação ocorreu numa escola estadual de Ensino Médio, em Rio Claro/SP e teve duração de nove meses. A observação das relações entre os sujeitos teve por objetivo fornecer dados para a análise sobre a efetivação da democracia na escola. Esse é ponto de partida para o dimensionamento da interferência da estrutura política nas práticas de participação da comunidade escolar. Verificou-se a preocupação dos docentes com suas próprias condições materiais, sendo controlados com instrumentos de opressão e de alienação, o que dificulta a tarefa de conduzir os alunos a uma individualidade para si |