Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2012 |
Autor(a) principal: |
Lima, Samantha Pereira [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/88168
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Resumo: |
Ateles marginatus é endêmico da floresta amazônica e corre risco de extinção. O cativeiro limita o comportamento dos animais, podendo perturbar organizações sociais. Assim, a avaliação do bem-estar animal (BEA) é importante para minimizar os transtornos comportamentais e as consequências geradas. O estudo teve por objetivos avaliar o BEA do grupo formado por três indivíduos, mantidos no Zoológico de Bauru. As observações ocorreram em três períodos abrangendo diferentes situações de BEA. Para tanto, utilizamos o método animal focal, direcionando 30 segundos para cada indivíduo, totalizando 60 horas de observação. O 1º período ocorreu no setor extra, com a observação de um casal, composto por um macho jovem e uma fêmea adulta. O 2º momento ocorreu quando da transferência do grupo para um recinto no setor de visitação, com observação imediata. Em 2010 foi introduzida uma fêmea jovem ao recinto, e em 2011 realizou-se o 3º período de observação, considerando os três indivíduos. Para observação, utilizou-se um etograma composto por comportamentos ativos (aproximação entre fêmea e macho, aproximação entre as fêmeas, braquiação, escalada, forrageamento, andar bípede e quadrúpede, andar e balançar na corda) e inativos (sentar em local elevado, sentar em local baixo e pendurar na tela). Os resultados revelaram alteração comportamental , quando o casal foi transferido para o setor de visitação, havendo aumento significativo nas frequências de braquiação. Na análise de dados verificou-se que houve diminuição significativa na frequência de braquiação, escalada, andar e balançar na corda. Conclui-se que os animais demonstraram-se motivados à atividade exploratória e interesse quando expostos a outro animal ou quando introduzidos em novo recinto, melhorando consideravelmente o bem-estar |