Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2014 |
Autor(a) principal: |
Ignácio, Naiara Fernanda [UNESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
|
Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
|
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
|
Departamento: |
Não Informado pela instituição
|
País: |
Não Informado pela instituição
|
Palavras-chave em Português: |
|
Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/115801
|
Resumo: |
O uso do inseticida fipronil em grandes quantidades pode gerar resíduos no ambiente, principalmente nos ambientes hídricos. Assim, objetivou-se: 1) classificar o fipronil pela toxicidade aguda (CL(I)50 ou CE(I)50) para sete espécies aquáticas; 2) selecionar as espécies não alvos mais adequadas para monitorar a contaminação das águas com fipronil com base em três classificações de risco de intoxicação ambiental; e 3) avaliar as alterações nas variáveis da qualidade de água nos ensaios de toxicidade aguda para peixes e caramujo. Para tanto, foram realizados ensaios de toxidade aguda para cada espécie de acordo com as normas da ABNT (2011) e os valores de CL50 foram classificados de acordo com Zucker (1985). As espécies avaliadas foram os peixes mato-grosso (Hyphessobycon eques), pacu (Piaractus mesopotamicus) e tilápia (Oreochromis niloticus); o caramujo (Pomacea canaliculata), a Daphnia magna, e as macrofitas aquáticas Lemna minor e Azolla caroliniana. O risco ambiental do fipronil foi classificado de acordo com três tipos de classificação, calculado pela divisão entre o valor da concentração ambiental estimada (mgL-1) pela CL(I)50 ou CE(I)50 (mg L-1) para cada espécie. A CL50;48h do fipronil foi de: 0,28 mg L-1 para o mato-grosso; 0,45 mg L-1 para o pacu; 0,08 mg L-1 para a tilápia; a CE50;48h foi de 2629,08 mg L-1 para o caramujo; 0,025 mg L-1 para a D. magna; a CL50;7d foi de 3283,29 mg L-1 para a L. minor, e 7855,41 mg L-1 para a A. caroliniana. O fipronil classifica-se como extremamente tóxico para a tilápia e a D. magna; altamente tóxico para o mato-grosso e pacu; e praticamente não tóxico para o caramujo e para as macrófitas. A D. magna e os peixes são as espécies mais adequadas para monitorar a contaminação de ambientes aquáticos por fipronil. O fipronil pode causar diferentes níveis de redução do oxigênio dissolvido após 48 horas da diluição |