Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2023 |
Autor(a) principal: |
Rufca, Gibran Franzoni |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Estadual Paulista (Unesp)
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
http://hdl.handle.net/11449/242767
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Resumo: |
Esta tese objetiva analisar, através de uma revisão sistemática, se a técnica de fusão da coluna minimamente invasiva é superior a fixação convencional para dor e qualidade de vida de pacientes vítimas de fraturas A3/A4 de transição toracolombar. Os estudos foram encontrados nas bases de dados eletrônicas, MedLine, EMBASE, Cochrane, Scopus e Web of Science. Os critérios de elegibilidade foram: pacientes com faixa etária entre 18 e 70 anos, vítimas de fraturas traumáticas da coluna vertebral na transição toracolombar (entre T11 e L2), classificadas em lesões A3 e A4, segundo classificação para fraturas toracolombares da AOSpine e; submetidos à fixação convencional ou minimamente invasiva. Os desfechos foram redução da dor e melhora na qualidade de vida. Para estes desfechos foram estudados os resultados das seguintes escalas: Escala analógica visual de dor e índice de Owestry. Para análise dos dados, utilizou-se o programa Review Manager e para avaliação da qualidade da evidência foi empregado o sistema GRADE. Dos artigos encontrados, 75 foram selecionados para leitura de título e resumo, dos quais 68 foram excluídos. Foram eleitos para leitura na íntegra 7 artigos, sendo que todos foram incluídos na revisão, totalizando 325 pacientes. Os pacientes foram divididos em dois grupos: grupo que realizou fixação aberta e grupo que realizou fixação percutânea. Para o desfecho de dor a chance de redução da dor foi maior no grupo da fixação percutânea comparado ao grupo da fixação aberta na escala analógica, mas, não no índice de Owestry. Por se tratar de técnica com menor agressão de tecidos saudáveis e menor perda sanguínea, a fixação percutânea pode ser superior a fixação aberta, tanto para dor, quanto para qualidade de vida de pacientes vítimas de fraturas A3/A4 de transição toracolombar. São necessários ensaios clínicos randomizados, controlados e padronizados que envolvam a comparação direta da fixação percutânea com a fixação aberta. |