Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2010 |
Autor(a) principal: |
Lopes, Marcelo Erik
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Orientador(a): |
Nardi, Andrigo Barboza de
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Banca de defesa: |
Nishimori, Celina Tie Duque
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Calazans, Sabryna Gouveia
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade de Franca
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Mestrado em Cirurgia e Anestesiologia Veterinária
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Departamento: |
Pós-Graduação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/703
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Resumo: |
O desenvolvimento de uma nova formulação envolve várias etapas importantes que englobam desde o conhecimento das características dos insumos utilizados até comprovação que a aplicação é segura para posterior comercialização. Com este propósito, este estudo teve como objetivo avaliar as propriedades terapêuticas, químicas, físicas e microbiológicas de duas novas formulações na forma de pasta na cicatrização de feridas dermoepidérmicas em ratos. Foram utilizados 60 ratos (Rattus norvegicus albinus) da linhagem Wistar, machos, adultos, com peso médio de 312,37g. Os animais foram distribuídos em três grupos de 20 animais, sendo submetidos a cirurgias dermoepidérmicas no qual foi retirado 1cm2 de pele. No grupo Pasta 1 as lesões dermoepidérmicas foram tratadas com uma pasta contendo neomicina, bacitracina, óxido de zinco, talco farmacêutico, carbonato de cálcio, glicerina e água deionizada. No grupo Pasta 2 as lesões de pele foram tratadas com uma pasta a base de óleo de amêndoas, óxido de zinco, lanolina anidra, palmitato de retinol, colecalciferol, acetato de racealfatocoferol, cianocobalamina e água deionizada. Já no Grupo Controle as feridas de pele foram tratadas com solução fisiológica (NaCl 0,9%). De acordo com os resultados dos testes de estabilidade, além das análises físico-químicas e microbiológicas, as duas pastas passaram nos testes de estabilidade acelerada e provavelmente permaneçam estáveis em prateleira por um período não inferior a dois anos. Apesar da cicatrização evoluir de forma favorável em todos os grupos estudados, as lesões tratadas com a pasta 1 apresentaram halos significativamente maiores quando comparado com os outros dois grupos (grupo controle e pasta 2), ao terceiro, quinto e sexto dias de avaliação (p<0,05). Os diâmetros das feridas, assim como o tempo de cicatrização, entre a pasta 2 e o grupo controle, não diferiram significativamente, do segundo ao 14º dia de avaliação (p=1,00). Conclui-se que as duas pastas contendo coadjuvantes técnicos diferentes, apresentaram influência e diferença significativa no processo cicatricial, uma vez que a velocidade de cicatrização no período considerado como fase critica que é até o 3° dia após a lesão onde a pasta 2 foi mais eficaz, devido a presença de vitaminas e óleo de amêndoas. Já na pasta 1 contendo oxido de zinco combinado com carbonato de cálcio retardou o crescimento de tecido de granulação. |