Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Machado, Otávio Augusto Soares
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Orientador(a): |
Gorjão, Renata
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Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Cruzeiro do Sul
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós Graduação Interdisciplinar em Ciências da Saúde
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/handle/123456789/1071
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Resumo: |
Nas últimas décadas a população idosa tem crescido substancialmente em todos os continentes. Desta forma, observa-se também um aumento da ocorrência de inúmeras patologias decorrentes do desequilíbrio imunológico. Por outro lado, a prática regular do exercício físico está associada à redução da incidência de diversas doenças metabólicas, cardiovasculares e pulmonares. Entretanto indivíduos diferem inteiramente em adaptarem-se a um programa de exercício tanto em relação à modalidade como nas respostas celulares e moleculares moduladas pela prática de exercício. Portanto, o objetivo do presente estudo é comparar os efeitos do exercício físico aeróbio e/ou anaeróbio sobre o perfil de ativação de linfócitos e a correlação com o grau de metilação global do DNA em idosas. Trata-se de um estudo transversal com a participação de 86 mulheres (68±7.5 anos), divididas em 4 grupos de acordo com o exercício praticado: treinamento resistido (TR); hidroginástica (H); ambos (TRTA) ou controle (CON). A capacidade funcional foi avaliada utilizando-se o teste Timed Up and Go. Com o intuito de analisarmos o perfil do sistema imunológico avaliamos o percentual de linfócitos Th1, Th2, Th17, Treg, as razões Th1/Th2, Treg/Th17 e a capacidade de proliferação destas células. Quanto aos parâmetro epigenético, foi analisada a metilação global de DNA de linfócitos por ELISA. Como principais resultados, observamos que quando comparados ao grupo CON, todos os grupos praticantes do exercício físico realizaram o teste de capacidade funcional em menor tempo e demonstraram maior porcentagem de metilação global do DNA no linfócitos. Notamos também que entre os grupos praticantes de exercício físico, os grupo TR e TRTA demonstraram maior porcentagem de metilação global do DNA. Não observamos diferenças entre os perfis de linfócitos Th. Concluímos portanto que a prática regular de exercício físico melhora significativamente a capacidade funcional, sendo que o TR e o TRTA podem ainda aumentar a porcentagem de metilação global do DNA. |