Planejamento público estadual e desenvolvimento turístico de destinos indutores em Minas Gerais (2007-2010)
Ano de defesa: | 2012 |
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Autor(a) principal: | |
Orientador(a): | |
Banca de defesa: | |
Tipo de documento: | Dissertação |
Tipo de acesso: | Acesso aberto |
Idioma: | por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Viçosa
BR Administração Pública Mestrado em Administração UFV |
Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: | |
Link de acesso: | http://locus.ufv.br/handle/123456789/1959 |
Resumo: | Considerando que a atuação do poder público e da sociedade são fundamentais para o desenvolvimento da atividade turística, este estudo apresenta uma análise da relação entre planejamento público estadual e desenvolvimento turístico em destinos indutores. Para tanto, o estado de Minas Gerais foi escolhido principalmente por possuir características diferenciadas no contexto da administração pública, em razão das mudanças realizadas com a implementação do modelo de gestão administrativa, conhecido como ―Choque de Gestão‖, e por apresentar iniciativas diferenciadas no setor, como a política de Circuitos Turísticos. Buscou-se o aporte da literatura especializada em administração pública e do turismo a fim de encontrar os subsídios e delineamentos necessários para a concretização deste estudo, que se caracteriza como qualitativo e emprega técnicas de análise de conteúdo em sua metodologia. A coleta de dados ocorreu por meio de entrevistas (semi-estruturadas), pesquisa documental e bibliográfica. Os resultados são apresentados em três etapas. A primeira trata da descrição do planejamento da Secretaria de Estado de Turismo de Minas Gerais (SETUR) no período em análise (2007/2010) e também da identificação das percepções sobre planejamento dos atores sociais dos destinos indutores. A segunda etapa faz uma caracterização dos destinos considerando indicadores relacionados às dimensões econômica, cultural e organizacional (TOMAZZONI, 2009). Por último, apresenta discussões que emergiram na análise do planejamento público da SETUR e do desenvolvimento turístico dos destinos indutores. Os resultados trazem à tona elementos que se apresentam como avanços e limitações das ações planejadas em prol do desenvolvimento turístico em destinos mineiros, além de discussões que ultrapassam o contexto estadual, possibilitando uma reflexão acerca da vulnerabilidade de conceitos ainda vivenciados no turismo regional e nacional. Entre eles: o enfoque fomentador e econômico do turismo atribuído ao poder público estadual; a necessidade de revisão dos destinos escolhidos como indutores em Minas Gerais, considerando os interesses das comunidades receptoras; a problemática sobre a continuidade dos Circuitos Turísticos; a necessidade de gestão social em tais destinos e uma reflexão sobre o que se pretende com o turismo nos âmbitos municipais e estaduais. |