Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2021 |
Autor(a) principal: |
Silva, Bianca |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://hdl.handle.net/11600/62985
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Resumo: |
A polícia possui a função de regular os locais públicos, incluindo as passeatas e manifestações. Para isso, ela possui uma série de táticas que podem ser utilizadas para impedir o direito de reunião. Com a estrutura herdada da ditadura militar, o combate aos subversivos ainda é presente para a Polícia Militar do Estado de São Paulo. Após os protestos que levaram multidões às ruas em 2013 e demonstrou o caráter violento da polícia com os manifestantes, as práticas do policiamento de manifestações passaram a ser monitoradas pela mídia alternativa, ongs e pesquisas acadêmicas. Essa pesquisa utiliza os relatórios da Artigo 19 de 2013 à 2016 para analisar as táticas utilizadas pela polícia durante esses anos, e compará-las aos regulamentos do Manual de Distúrbios Civis da PMESP, de forma a compreender as estratégias elaboradas pela polícia para essa atividade. |