Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2022 |
Autor(a) principal: |
Soares, Izabela Iacillo [UNIFESP] |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de São Paulo
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.unifesp.br/handle/11600/67084
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Resumo: |
A poluição do ar causa mais vítimas do que o sedentarismo, o uso do álcool e a desnutrição. As áreas urbanas são especialmente atingidas. Sem um planejamento adequado de mobilidade, prevalecendo o transporte individual, o principal emissor de poluentes em áreas urbanas, as cidades sofrem rotineiramente com o problema da poluição do ar. Experiências internacionais têm mostrado que a gestão local da qualidade do ar é fundamental para a mitigação da poluição do ar e dos seus efeitos. Nesse contexto, olhando para uma experiência no Brasil, o estudo teve por objetivo realizar um diagnóstico da evolução da qualidade do ar e trazer a discussão de como os municípios estão atuando para mitigar a poluição do ar e seus impactos na saúde da população local. Para isso, selecionou-se Santos, uma cidade do estado de São Paulo, que abriga o maior porto da América Latina. Visando a caracterização dos cenários atuais de qualidade do ar e das fontes emissoras, foram analisadas as concentrações dos poluentes legislados e monitorados, na última década, além da identificação das principais fontes emissoras. Identificou-se que nos últimos anos houve melhoria da qualidade do ar em Santos, especialmente em relação ao MP10 e MP 2,5, que sofreu redução importante na sua concentração. Entretanto, a cobertura espacial do monitoramento é limitada e o número de parâmetros monitorados tem diminuído. As análises apontam políticas públicas e gestão ambiental portuária como o motor das melhorias na qualidade do ar, especialmente no caso do MP10. O município não possui na sua estrutura de gestão, órgão que tem, entre as suas competências, a responsabilidade de gerir a qualidade do ar, tão pouco encontrou arcabouço legal municipal com foco na questão. Esta é uma deficiência que permeia a maioria dos municípios brasileiros. |