Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Panet, Miriam de Farias |
Orientador(a): |
Araújo, Virginia Maria Dantas de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26506
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Resumo: |
O tema da sensação térmica de pessoas idosas, analisado em ambientes residenciais, tem sido pouco explorado no Brasil. Os estudos desenvolvidos têm como objeto o conforto térmico de pessoas jovens em edificações escolares, em empresas, ou em câmaras climatizadas com controle das variáveis microclimáticas. Com o envelhecimento do corpo humano acontecem algumas alterações fisiológicas, que comprometem a ação dos mecanismos de regulação térmica, influenciando negativamente a sensação térmica do indivíduo. O calor ou frio extremos podem afetar a saúde dessa população que tem, como fator agravante, os riscos com a hipertermia e a desidratação. Desse modo, objetiva-se construir um modelo preditivo para determinar o índice de sensação térmica para pessoas idosas (ISTI) em região de clima quente, considerando sua sensibilidade na percepção das alterações climáticas na cidade de Campina Grande, no semiárido do estado da Paraíba. Para tanto, realizou-se o estudo observacional durante os meses de abril a dezembro de 2016, com 340 pessoas (com idade superior a 60 anos, não acamadas e saudáveis) no interior de suas residências. Os resultados mostraram que 78% dos participantes foram do sexo feminino e 22% do sexo masculino; a faixa etária entre 60 e 70 anos representou o maior número de participantes, com 47% e, de acordo com os resultados do IMC, 57% dos participantes estão em situação de sobrepeso. Na variável Grau de sensação térmica, 64% dos participantes escolheram a categoria “nem calor, nem frio” para representar seu estado de sensação térmica. As respostas das unidades amostrais (pessoas idosas) às categorias de sensação térmica (quente, confortável e frio) foram transformadas em estimativas de probits para a determinação dos parâmetros de conforto térmico. Com a técnica estatística de modelagem multivariada (correlação canônica) foi determinado o ISTI. Por fim, o ISTI mostrou que o comportamento da sensação térmica de pessoas idosas, residentes em Campina Grande, tende a ser mais sensível ao frio e menos sensível ao calor. |