Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Cabral, Eric Lucas dos Santos |
Orientador(a): |
Souza, Ricardo Pires de |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/26980
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Resumo: |
O crescimento da população urbana suscita a preocupação dos gestores públicos municipais em prestar atendimento médico emergencial que atenda às necessidades de atendimento médico pré-hospitalar de emergência. As estimativas indicam que, até 2050, as áreas urbanas devem ter uma população de 6,29 bilhões de pessoas, o equivalente a 69% da população total do mundo. Há um número significativo de acidentes de trânsito e outros incidentes graves, como ataques cardíacos, afogamentos, incêndios e desastres (inundações, deslizamentos de terra, terremotos). Estudos realizados na América Latina (principalmente no Brasil) mostram que a maioria dos óbitos nessa localidade é causada por violência urbana e tráfego de veículos. No Brasil, os números que endossam essa afirmação mostram que no respectivo país em 2014 ocorreram 43.075 mortes relacionadas ao trânsito e em 2016 registrou 62.517 homicídios com vítimas fatais. Neste cenário, o objetivo desta dissertação é aplicar um modelo matemático de dupla cobertura (DSM-Double Standard Model) para definir a localização ótima das bases descentralizadas do SAMU no município de Natal / RN e realizar um estudo de simulação para avaliar o deslocamento de ambulâncias entre essas bases de acordo com os parâmetros de filas. Os resultados expressos nesta dissertação corroboram a viabilidade de redefinição das bases descentralizadas das ambulâncias do SAMU / Natal como estratégia de redução do tempo de resposta e garantia de conformidade com parâmetros de desempenho estabelecidos pelas organizações internacionais (a Organização Mundial da Saúde, por exemplo, estabelece o tempo de 8 minutos para o atendimento de chamadas pelo serviço médico de emergência). O estudo de simulação mostrou redução significativa do tempo de resposta (em alguns casos reduções superiores 60%) após redefinição das bases de despacho de ambulâncias. |