Uma análise da implantação e da funcionalidade dos projetos padrão do FNDE: a experiência das escolas infantis tipo "B" do proinfância em Natal/RN

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2018
Autor(a) principal: Almeida, Mariana Barbosa Carlos de
Orientador(a): Veloso, Maisa Fernandes Dutra
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ARQUITETURA E URBANISMO
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/25664
Resumo: A educação das crianças de 0 a 5 anos em instituições de educação infantil tem sido cada vez mais valorizada nas últimas décadas, tanto em função da necessidade dos pais que trabalham fora de casa, quanto por razões relacionadas ao desenvolvimento da criança. Dessa forma, a universalização da educação infantil passou a ser uma meta imprescindível para um bom desempenho no ensino fundamental e médio, reduzindo a repetência e aumentando o sucesso na educação básica. O Programa Proinfância foi criado nesse contexto, buscando ampliar a oferta de educação infantil, além de oferecer apoio para aquisição de equipamentos e mobiliário. Por meio desse programa, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) disponibiliza vários projetos padrão para a construção das escolas financiadas pela União, uma prática comum no Brasil. Os projetos padronizados necessitam de certa flexibilidade para permitir ajustes às condições do local e produzir uma arquitetura de qualidade; no entanto, nesse caso, não há margem para alterações. Sendo assim, a pesquisa busca compreender a implantação dos projetos padrão das escolas infantis do FNDE e a adequação desse espaço construído no contexto da cidade de Natal/RN. A primeira etapa consistiu na revisão da literatura, em seguida, na análise técnica do projeto “tipo B”, e na realização de estudos de caso em duas instituições infantis, contemplando, além de visitas técnicas, entrevistas com os funcionários das escolas e com arquitetos da Secretaria Municipal de Educação (SME). Os resultados das análises demonstram que o projeto precisa de revisões em diversos aspectos para melhorar seu desempenho, principalmente, no programa de necessidades, nos dimensionamentos de diversos ambientes, no conforto ambiental em geral, na valorização das áreas externas, entre outras questões. Além disso, os espaços projetados precisam de maior flexibilidade para alterações de layout e de usos.