Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2019 |
Autor(a) principal: |
Paiva, Leoclécio Luís de |
Orientador(a): |
Carnaval, Tatiane Kelly Barbosa de Azevedo |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS FLORESTAIS
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/28438
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Resumo: |
As plantas possuem inúmeras rotas metabólicas, que são classificadas como primários e secundários. Os metabólitos primários são úteis ao crescimento e desenvolvimento da planta. Já os taninos vegetais são compostos secundários empregados para a defesa do vegetal. Existem inúmeras pesquisas buscando novas espécies produtoras de taninos e compreendendo como os fatores externos atuam na sua produção é uma forma de tentar responder como as plantas se comportam mediante a interferências externas. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar a interferência da técnica de raleio, sobre a produtividade de madeira e de taninos de um plantio homogêneo de Mimosa caesalpiniifolia Benth. localizado em Macaíba/RN. Foram realizadas medições das variáveis dendométricas e abatidas dez árvores, sendo cinco de um talhão raleado e cinco de um talhão sem utilização da técnica. O raleio aconteceu em dois momentos, sendo o primeiro realizado aos 12 meses e o segundo aos 55 meses após o plantio. Determinou-se o volume e a massa de madeira e casca, os teores de umidade e o poder calorífico da madeira. Os teores de taninos foram obtidos através do teor de sólidos totais (TST), índice de Stiasny (I) e o teor de taninos condensados (TTC). A produtividade de madeira seca foi de 26,70 t/ha no plantio sem raleio e de 22,80 t/ha no raleado. O percentual da massa de casca seca correspondeu a 16%, para ambos os plantios. O poder calorífico da madeira encontrado foi de 4.160,91 kcal/kg. O TST nos indivíduos com raleio foi de 8,57 e de 7,12% naqueles sem raleio. Enquanto o TTC para os indivíduos submetidos ao raleio foi 5,12%, e naqueles não submetidos o valor encontrado foi 5,21%. A única variável que apresentou diferença significativa foi o I, sendo os valores com e sem raleio, 59,83 e 79,31%, respectivamente. Os indivíduos não raleio com o maior índice. Portanto, verificou-se que a forma em que o raleio foi empregado altera o I e da maneira em que foram conduzidos, favoreceram a emissão de fustes, aumentando a frequência de classes diamétricas inferiores, ao invés de favorecerem o incremento em DAP. Assim, o raleio interfere na produtividade e no I da Mimosa caesalpiniifolia Benth. |