Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Simões, Thaisys Blanc dos Santos |
Orientador(a): |
Cabral, Breno Guilherme de Araújo Tinoco |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO FÍSICA
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufrn.br/jspui/handle/123456789/23614
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Resumo: |
O desenvolvimento das capacidades cognitivas e a promoção da saúde são importantes variáveis no crescimento e desenvolvimento biológico. Com isso, o neurodesenvolvimento vem sendo colocado como importante fator para melhorar o desempenho no esporte de crianças e adolescentes. O presente estudo teve como objetivo verificar a influência da prática esportiva no controle inibitório de jovens de 10 a 13 anos em diferentes estágios maturacionais. Foram avaliados 203 sujeitos de ambos os sexos, com idades entre 10 a 13 anos. Para metodologia utilizou-se os protocolos de predição de idade óssea para avaliação da maturação e Teste de Stroop para avaliação de controle inibitório. Os testes estatísticos utilizados foram a análise multivariável (MANOVA) seguida do post hoc de Bonferroni. Verificou-se significância nas diferenças entre o tempo de reação e erros na etapa 3 do Stroop Test entre os praticantes e não praticantes de esporte, observou-se que os praticantes obtiveram menores tempo de reação e erros comparado aos não praticantes de atividades esportivas. Ao observar os estágios maturacionais os sujeitos normais e acelerados obtiveram os menores tempos e os indivíduos no estágio atrasado maiores tempos de reação. Nos erros pode-se observar que os indivíduos no estágio atrasado obtiveram menor quantidade de erros, os sujeitos dos estágios normal e acelerado apresentaram mais erros. O tempo de reação dos não praticantes no estágio atrasado são maiores ao compararmos com os normais que apresentaram menores tempos. Em relação aos erros os sujeitos no estágio acelerado mostraram menores quantidade de erros nessa etapa. Para os indivíduos praticantes observa-se que os indivíduos atrasados são lentos para realizar a etapa, porem possuem menores quantidades de erros. Dessa forma, pode-se concluir que as crianças e adolescentes que praticam esporte apresentam maior controle inibitório em relação aos que não praticam atividades esportivas. Em relação aos resultados de tempo de reação nos estágios maturacionais observou-se que os sujeitos classificados normais e acelerados conseguem ser rápidos porém apresentam maior quantidade de erros, já os indivíduos atrasados gastam mais tempo para realizar o teste porém erram menos. |