Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Del Ponte, Lourenço dos Santos |
Orientador(a): |
Cavalli, Adriana Schüler |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação Física
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Departamento: |
Escola Superior de Educação Física
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://repositorio.ufpel.edu.br/handle/prefix/3149
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Resumo: |
A diminuição da força muscular associada ao déficit de equilíbrio são considerados fatores de risco para possíveis quedas e consequentes fraturas na população idosa. Visto que a prática de exercício físico é um dos fatores que pode gerar modificações positivas nessas variáveis, o objetivo do presente estudo foi verificar os efeitos de um programa de treinamento concorrente (TC) incluindo exercícios aeróbios e de força em uma mesma sessão e de força separadamente (TF), nas variáveis de força e equilíbrio de mulheres idosas. Trinta e duas idosas sendo 21 fisicamente ativas e 11 fisicamente inativas foram divididas aleatoriamente em três grupos: TF (treinamento de força n=11), TC (treinamento concorrente n=10), GC (grupo controle n=11), em um programa com 10 semanas de intervenção. O protocolo de treinamento do grupo TF originou ganhos significativos de potência aeróbia (p<0,001), força estática (lombar p<0,001 e membros inferiores p<0,001) e dinâmica (p<0,001) e equilíbrio dinâmico (p<0,001), porém não foi suficiente para observar melhoras no equilíbrio estático. O grupo que realizou o treinamento concorrente obteve ganhos significativos na potência aeróbia (p=0,002), força dinâmica (p<0,001) e estática (apenas de membros inferiores p=0,009) além de equilíbrio estático (p= 0,002) e dinâmico (p<0,001). Com exceção da variável equilíbrio dinâmico no grupo que realizou treinamento de força e do equilíbrio estático nos dois grupos, houve melhora significativa em todas as outras variáveis analisadas em relação ao grupo que permaneceu inativo. Não foi observada diferença significativa entre os dois grupos intervenção. Os resultados deste estudo sugerem que, em idosas, o TC foi mais eficiente na melhoria do equilíbrio, pois alterou equilíbrio estático e dinâmico e o TF foi melhor para ganho de força estática (lombar e membros inferiores) e dinâmica. |