Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2013 |
Autor(a) principal: |
Moraes, Mirela |
Orientador(a): |
Oliveira, Neiva Afonso |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pelotas
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-Graduação em Educação
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Departamento: |
Faculdade de Educação
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
http://guaiaca.ufpel.edu.br/handle/prefix/5333
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Resumo: |
Graduação em Educação. Universidade Federal de Pelotas. Pelotas/RS. O presente trabalho tem como objetivo apresentar a relação entre educação e modernidade nos seus aspectos de crise e de crítica servindo-se para tanto do pensamento de Rousseau e de Horkheimer naquilo que eles têm em comum, ou seja, a elaboração de uma crítica direcionada para a ciência moderna a qual está orientada pela racionalidade instrumental. Procurou-se em Rousseau o germe da crítica da modernidade, conforme esta foi pensada por Horkheimer e elaborada no Discurso sobre as Ciências e as Artes, vencedor do prêmio da Academia de Dijon do ano de 1750. Há uma relação intrínseca entre educação, razão e ciência preponderante na modernidade e que continua vigente na atualidade. Envolvido pelo triângulo modernidade-ciência-crise, encontra-se o modelo de educação hodierno cujas raízes repousam na antiguidade juntamente com o advento da filosofia. No primeiro capítulo, a educação foi abordada em seu aspecto geral como elemento constitutivo da formação humana. Exposta a sua definição e os seus objetivos primazes, construiu-se um panorama histórico a partir da comunhão entre educação e racionalidade tal como se apresentava na Grécia antiga. A dissertação discute, com ênfase para o advento da modernidade, o cenário educacional predominante à época e sublinha o debate circundante até o momento da crítica rousseauniana e sua similaridade com o pensamento de Horkheimer. No segundo capítulo, foi abordada a crítica da modernidade baseada no pensamento de Rousseau e de Horkheimer. Com o auxílio da história da filosofia, buscou-se a origem da racionalidade tal como ela é entendida hoje. Partindo da Grécia antiga chegou-se à modernidade, tempo de Rousseau, a partir de onde também estabelece-se a crítica da triangulação a que está associada à educação. Traçando paralelos entre Rousseau e Horkheimer, constata-se que há pontos de convergência entre o pensamento rousseauniano e a Teoria Crítica. A análise da Teoria Crítica sobre a educação é bastante contemporânea e visa contribuir para aprimorar a educação. |