Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2011 |
Autor(a) principal: |
Padilha De Oliveira, Eugenio |
Orientador(a): |
Matos Magalhaes, André |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Pernambuco
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufpe.br/handle/123456789/4628
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Resumo: |
Este estudo tem por objetivo analisar como alguns setores do mercado de ações reagem às mudanças inesperadas na taxa básica de juros definida pelo COPOM Comitê de Política monetária do Banco Central. O modelo de Bernanke e Kutner (2004) propõe que mudanças inesperadas são calculadas pela diferença entre o que era consenso no mercado e o que realmente aconteceu no evento. As Surpresas na taxa de juros foram medidas pela diferença entre o consenso da expectativa de mercado publicado no boletim Focus, na semana anterior a divulgação da meta da Taxa Selic pelo BACEN, e o que realmente foi definido na reunião do COPOM. A Análise compreende o método da medição de surpresas onde estudamos as variações na taxa Selic divulgadas no período de 2003 a 2010 e fizemos regressões para tentar entender o comportamento dos mercados de ações reagindo a estas surpresas. Os resultados deste trabalho mostraram que os setores de Consumo e Pequenas Empresas e Medias Empresas tiveram um comportamento mais negativo frente a incrementos surpresa na Selic enquanto que setores como Indústrias, Elétrico e Telecomunicações tiveram este efeito minimizado |