Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2006 |
Autor(a) principal: |
Xavier, Érika Porto |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/72027
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Resumo: |
O acidente de trânsito (AT) é considerado um grave problema de saúde pública, pois origina elevado índice de morbimortalidade, sérias repercussões individuais e familiares e altos custos para o sistema de saúde. Além disso, as incapacidades funcionais decorrentes dos traumas múltiplos podem causar seqüelas que impossibilitam o retorno às atividades diárias e estas podem ser minimizadas com uma prática educativa mediando o processo terapêutico. Nessa perspectiva, o estudo descreve as orientações educativas da equipe de saúde no processo da hospitalização-reabilitação a pessoa vitimada no trânsito, com traumas musculoesqueléticos. Com abordagem qualitativa e caracterizando-se como um estudo descritivo, este foi realizado com 10 acidentados no trânsito e 10 membros da equipe de saúde, em um hospital público de emergência, Fortaleza, Ceará, Brasil, em 2006. A entrevista semi-estruturada foi a técnica de coleta de dados e estes foram submetidos a análise categorial. Para os profissionais, a concepção de orientações educativas convergiu para o caráter preventivo, perpassando também pelos significados de informação, ocorrência e norma. Estes percebem que a assistência da equipe de saúde deve ser aprimorada tanto na hospitalização-reabilitação quanto no atendimento pré-hospitalar, e que deve responder as demandas dos pacientes. De acordo com as pessoas acidentadas, as orientações educativas oferecidas pela equipe de saúde foram classificadas como boa, porém com restrições ao atendimento, comunicação e acolhimento por parte dos profissionais. Diante dos achados, vislumbra-se a necessidade de reorientação da prática da equipe de saúde quanto à complexidade do cuidado a vítima de acidente de trânsito para minimizar as limitações funcionais. Esta prática pede uma atuação integralizada e interdisciplinar mediada pela Educação e Promoção da Saúde, priorizando os valores da vida, solidariedade, eqüidade, democracia e cidadania, oferecendo maior suporte aos vitimados no trânsito, bem como lembrando-lhe que este ?vitimado? também é co-responsável por um trânsito seguro e saudável. |