Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2020 |
Autor(a) principal: |
Andrade, Thiago Pinho de |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Tese
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://biblioteca.sophia.com.br/terminalri/9575/acervo/detalhe/125755
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Resumo: |
A presente tese gira em torno dos institutos jurídicos da livre iniciativa, do empreendedorismo e do Estado de Coisas Inconstitucional, formando a ideia central do trabalho: a concretização necessária da norma livre iniciativa sob pena de declaração de Estado de Coisas Inconstitucional. A temática escolhida justifica-se pela importância e necessidade de se conhecer melhor o dever constitucional do Estado de concretizar o direito fundamental à livre inciativa, sob pena de se experimentar um Estado de Coisas Inconstitucional no que toca a essa norma. A metodologia utilizada quanto aos objetivos foi explicativa e, quanto às fontes, foi de caráter bibliográfica e documental, as quais se perfazem através de consulta às doutrinas nacional e estrangeira, bem como à legislação pátria. Acrescente-se que se utilizou de aplicação de Visual Law à tese como instrumento de facilitação do conteúdo. Desse modo, necessário se fez, inicialmente, analisar o direito fundamental à livre inciativa e o compromisso do Estado brasileiro na sua concretização. Para tal, a pesquisa averiguou os variados reflexos da ausência de concretização do mencionado direito e quais os incentivos que são dados pelo Estado para a realização dessa missão constitucional. Todavia, partindo da hipótese da ausência de concretização da livre iniciativa, propuseram-se medidas para sua concretização a partir da ação estatal mínima, sendo o empreendedorismo privado, estimulado pelo Estado, uma estratégia necessária preferencial. Verificou-se, ainda, que a ausência de concretização é proveniente da falta de coordenação entre os órgãos e poderes estatais, que acabam por apresentar-se como verdadeiros bloqueios institucionais. Em face dessa falha sistêmica, vislumbraram-se diversos direitos, inclusive direitos fundamentais, sendo violados, provocando um Estado de Coisas Inconstitucional. Essa constante inobservância vindica uma reforma estrutural, dando ensejo à proposta deste trabalho. Portanto, a proposição da tese, identificado o problema sistêmico (ausência de concretização do princípio constitucional da livre iniciativa e violações de direitos em decorrência de tal omissão), foi o de demonstrar a necessidade de reforma estrutural (ações estatais coordenadas), tomando como ponto de partida o empreendedorismo, que demanda um plano nacional voltado para sua regulação e incentivos às atividades empreendedoras. Palavras-chave: Direito fundamental à livre inciativa. Concretização. Estado de Coisas Inconstitucional. Empreendedorismo. |