Associação de biomembrana com quitosana e laser de baixa intensidade para bioestimulação tecidual em ratos

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2016
Autor(a) principal: Coelho, Bárbara Dantas
Orientador(a): Ferrão Júnior, José Peixoto
Banca de defesa: Não Informado pela instituição
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Não Informado pela instituição
Programa de Pós-Graduação: Não Informado pela instituição
Departamento: Não Informado pela instituição
País: Não Informado pela instituição
Palavras-chave em Português:
Link de acesso: https://repositorio.ufms.br/handle/123456789/2925
Resumo: O sucesso de qualquer procedimento cirúrgico depende do reparo tecidual final. Com isso, a associação de biomembrana com quitosana e do laser de baixa intensidade (LBI), já comprovados os efeitos cicatrizantes separadamente, poderá acelerar esse processo. A pesquisa foi realizada após aprovação do Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA) da Universidade Federal de Mato Grosso do sul (UFMS), protocolo 666/2015. Foram utilizados 33 ratos Wistar, procedentes do biotério da UFMS, machos, com aproximadamente 350 g. Cada animal foi pesado previamente para que as doses das medicações pré e pós-operatória fossem individualizadas. Foram feitas quatro feridas cirúrgicas padronizadas nas calvárias dos animais. As lesões receberam os seguintes materiais: Coágulo (controle-A); laser (Grupo-B); quitosana (Grupo-C) e a associação do LBI com a quitosana (Grupo D). O tempo de avaliação dos animais foi de sete (T1), quatorze (T2) e vinte e um dias (T3), sendo cada tempo constituído de 11 animais. Logo após, os animais foram sacrificados com superdosagem do anestésico Cloridrato de Cetamina associado ao Cloridrato de Xilazina e foram confeccionadas 132 laminas histológicas para avaliação da reepitelização, angiogênese, anexos cutâneos e fibrinogênese (quantidade, espessura e organização das fibras colagenosas). O estudo foi experimental duplo cego, realizado por avaliadoras calibradas que fizeram a leitura das lâminas, sendo cada grupo especificado anteriormente por letras (A,B,C,D). A associação do LBI com a quitosana não acelerou o reparo tecidual das lesões, porém, o tempo foi determinante para isso. Com 14 dias todas as feridas já estavam cicatrizadas clinicamente e com 21 dias, histologicamente, as lesões estavam semelhantes ao tecido adjacente normal em todos os grupos. Novos estudos com análise quantitativa, independente do avaliador, são sugeridos para comprovação dos resultados obtidos.