Análise de elementos finitos de cinco técnicas de fixação na osteotomia sagital minimamente invasiva

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2024
Autor(a) principal: Pereira, Felipe Ladeira lattes
Orientador(a): Chaves Netto, Henrique Duque de Miranda lattes
Banca de defesa: Souza, Fabrício Tinôco Alvim de lattes, Vieira, Eduardo Hochuli lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso embargado
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
Programa de Pós-Graduação: Programa de Pós-graduação em Clínica Odontológica
Departamento: Faculdade de Odontologia
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/16746
Resumo: Existem muitos estudos sobre técnicas de fixação na osteotomia sagital de ramo mandibular convencional, mas pouco se sabe sobre estas na osteotomia sagital oblíqua anterior frequentemente utilizada na abordagem minimamente invasiva. O presente trabalho tem como objetivo comparar cinco técnicas de fixação em osteotomia sagital oblíqua anterior, utilizando a análise de elementos finitos. Neste estudo in silico em hemimandíbula, foi realizado um avanço linear de 8 mm e criados cinco grupos de fixação do sistema de 2.0 mm: utilizando três parafusos bicorticais em linha reta (grupo 1); uma miniplaca reta de quatro furos (grupo 2); uma miniplaca reta de quatro furos associada a um parafuso bicortical (grupo 3); uma miniplaca reta de quatro furos associada a dois parafusos bicorticais (grupo 4) e uma miniplaca de ortognática reta de seis furos (grupo 5). Em seguida, uma carga vertical de 260,68 N no primeiro molar foi aplicada. Tensões principais máximas no osso cortical, tensão de von Mises em cada fixação, distribuição das tensões e deslocamento do segmento distal foram medidas e comparadas entre todos os grupos. Os grupos 1 e 4 apresentaram medidas de tensão principal máxima e tensão de von Mises semelhantes, porém o deslocamento foi menor e a distribuição das tensões foi melhor no último. O desempenho do grupo 5 foi o mais desfavorável dentre a amostra estudada, indicando uma maior suscetibilidade ao insucesso do ponto de vista clínico.