Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2018 |
Autor(a) principal: |
Raimundo Júnior, Gerson de Souza
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Orientador(a): |
Perobelli, Fernanda Finotti Cordeiro
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Banca de defesa: |
Zanini, Alexandre
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Faria, Weslem Rodrigues
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Klötzle, Marcelo Càbús
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Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF)
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Programa de Pós-Graduação: |
Programa de Pós-graduação em Economia
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Departamento: |
Faculdade de Economia
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País: |
Brasil
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Palavras-chave em Português: |
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Área do conhecimento CNPq: |
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Link de acesso: |
https://repositorio.ufjf.br/jspui/handle/ufjf/6845
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Resumo: |
Talvez nenhum outro tema tenha ocupado tanto a atenção dos pesquisadores em Corporate Finance quanto a escolha da estrutura de capitais (decisão de financiamento) pelas firmas. Considerando as diversas teorias existentes sobre o assunto desenvolvidas desde o trabalho pioneiro de Modigliani e Miller (1958), que deu origem à teoria do Trade-off estático, em que se destacam a Pecking order Theory, cuja criação é atribuída a Myers e Majluf (1984), a teria de Takeover postulada por Harris e Ravis(1988), a teoria do ciclo de vida atribuída a Berger e Udell (1998), a teoria de Market Timing atribuída a Baker e Wurgler (2002) e o Trade-off dinâmico de Flannery e Rangan (2004), este trabalho se propõe a avaliar as proposições teóricas mais relevantes para empresas de capital aberto brasileiras observadas entre 1999 e 2016, calculando a velocidade de ajuste de capital e identificando os determinantes da estrutura de capital à luz das principais teorias vigentes na literatura de estrutura de capital e dos recorrentes problemas de endogeneidade e truncagem em Finanças Corporativas. A técnica de fronteira estocástica apresentou que as empresas mais maduras são as mais eficientes em termos de obtenção de alavancagem. As teorias de Trade-off e Pecking order podem coexistir. E que a dinâmica dos fatores macroeconômicos influencia o comportamento das empresas ao escolherem sua estrutura de capital. O Tobit apresentou velocidade de 44% indicando as empresas levariam cerca de dois anos para se mover ao nível ótimo de capital. Convergindo à técnica da fronteira estocástica, o modelo de Tobit apresentou que as duas principais teorias podem coexistir. |