Espaçamentosentre plantas e cama-de frango na produção de Hibiscus sabdariffa L.

Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: 2008
Autor(a) principal: Ramos, Diovany Doffinger lattes
Orientador(a): Vieira, Maria do Carmo lattes
Banca de defesa: Zárate, Néstor Antonio Heredia lattes, Cardoso, Claudia Andrea Lima lattes, Marchese, José Abramo lattes
Tipo de documento: Dissertação
Tipo de acesso: Acesso aberto
Idioma: por
Instituição de defesa: Universidade Federal da Grande Dourados
Programa de Pós-Graduação: Programa de pós-graduação em Agronomia
Departamento: Faculdade de Ciências Agrárias
País: Brasil
Palavras-chave em Português:
Palavras-chave em Inglês:
Área do conhecimento CNPq:
Link de acesso: http://repositorio.ufgd.edu.br/jspui/handle/prefix/515
Resumo: O objetivo deste trabalho foiavaliar o efeito de espaçamentos entre plantas dentro das fileirase do uso ou não decama-de-frango no crescimento, na produção de biomassae nosteores de fenóis,flavonóides e na atividade antioxidante da rosela. O experimento foi conduzido no Horto de Plantas Medicinais – HPM, da Universidade Federal da Grande Dourados – UFGD, em Dourados – MS, no período de setembro de 2006 a março de 2007. Os tratamentos consistiram de cinco espaçamentos entre plantas (0,30; 0,35; 0,40; 0,45 e 0,50 m) e do uso ou não de cama-de-frango em cobertura do solo, na dose de 10 t ha -1 , arranjados como fatorial 5 x 2, no delineamento blocos casualizados, com quatro repetições. A altura máxima da planta (282,92 cm) foi alcançada aos 200 dias após a transplante –DAT sob 0,35 m entre plantas e sem o uso de cama-de-frango. A área foliar foi influenciada significativamente pela interação espaçamentos entre plantas e uso da cama-de-frango e cresceu linearmente com os espaçamentos entre plantas, sendo de 26.359 cm 2 planta -1 sem cama e 32.009 cm 2 planta -1 com cama. As massas frescas e secas, o número, o comprimento e o diâmetro de cálices não foram influenciados significativamente pelos tratamentos, sendo em média de 27.460 kg ha -1 ; 3.379 kg ha -1 ; 5,4 milhões ha -1 ; 38,4 mm e 20,4 mm, respectivamente. Os teores de fenóis e flavonóides não foram influenciados pelos tratamentos, mas, os de fenóis (0,814 mg mL -1 ) foram maiores nas folhas do que nos cálices. Para se obter maior atividade antioxidante em folhas, devem ser utilizadas plantas de rosela cultivadas sob espaçamento de 0,30 m dentro da fileira. A maior atividade antioxidante dos cálices acorreu em plantas cultivadas com a cama-de-frango e sob espaçamento de 0,39 m dentro da fileira.