Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2016 |
Autor(a) principal: |
Ramos, Jocinéia Andrade |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Não Informado pela instituição
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/3452
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Resumo: |
Este trabalho abarca o estudo da construção “subjetiva” com É + ADJETIVO ASSEVERATIVO (claro, óbvio, lógico e evidente). A pesquisa objetiva, sob a perspectiva funcionalista – com contribuições da Gramática Cognitiva –, analisar sintaticamente as construções subjetivas cujas orações matrizes selecionam um argumento na posição de sujeito oracional, verificando o papel semântico-discursivo dessas construções e a manifestação da (inter) subjetividade em seu uso. Primeiramente, observamos que a posição inicial quase fixa das orações matrizes e seu caráter semântico impessoal revelam a marca de (inter) subjetividade do falante. Tais orações são ainda detentoras de modalidade asseverativa, indicando o campo da máxima certeza do falante. Por meio da análise dos dados, verificamos que a modalidade pode apresentar-se em graus e que os fatores do entorno linguístico da construção influenciam diretamente na maior ou menor asserção da construção. Dessa maneira, observamos que as marcas de argumentação (contra-argumentação, estatísticas, justificativas e evidencialidade) tornam a construção mais asseverativa, enquanto as marcas de avaliação (julgamento e apreciação) tornam a construção menos assertiva. As construções abordadas podem, ainda, sofrer um processo de gramaticalização, passando a funcionar como advérbios sentenciais |