Detalhes bibliográficos
Ano de defesa: |
2017 |
Autor(a) principal: |
Moreira, Adriana Maria Hilu de Barros |
Orientador(a): |
Não Informado pela instituição |
Banca de defesa: |
Não Informado pela instituição |
Tipo de documento: |
Dissertação
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Tipo de acesso: |
Acesso aberto |
Idioma: |
por |
Instituição de defesa: |
Niterói
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Programa de Pós-Graduação: |
Não Informado pela instituição
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Departamento: |
Não Informado pela instituição
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País: |
Não Informado pela instituição
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Palavras-chave em Português: |
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Link de acesso: |
https://app.uff.br/riuff/handle/1/14793
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Resumo: |
O direito à saúde, por sua amplitude, abrange uma série de outros direitos fundamentais, entre os quais aqueles que correspondem à cobertura previdenciária. Dada a multiplicidade dos fatores técnicos envolvidos na concretização destes direitos, a definição dos papéis institucionais necessariamente exige uma abordagem interdisciplinar sobre o tema. No contexto das ações previdenciárias versando benefícios por incapacidade, os laudos médico-periciais são peça de importância única e fundamental para a condução do tema, razão pela qual se deve primar pela qualidade técnica do exame empreendido e da fundamentação das conclusões. A presente dissertação propõe estudar a prova pericial produzida em ações previdenciárias, avaliando a forma como é produzida e gerida a produção dessa prova, estratificando, assim, os aspectos positivos e negativos compreendidos nesse panorama de análise. Sob este prisma, analisou-se a atividade pericial realizada junto aos Juizados Federais Especializados com o foco nos benefícios por incapacidade, de forma a, com isso, identificar os instrumentos e rotinas em vigor, tais como se aplicam à prática do Judiciário. Os resultados apresentados evidenciam as deficiências na gestão da produção das provas técnicas. O presente trabalho sugere que há prejuízo na qualidade da prestação jurisdicional, quando esta depende de conhecimento técnico ou científico envolvendo matéria médica |